Criei esse blog, para compartilhar com vocês uma historia que eu estou escrevendo.A ideia de fazer ela veio de uns sonhos que eu tive.Peço para quem ler, comentar se esta bom ou não, sera uma ajuda e tanto. Espero que gostem...
terça-feira, 29 de maio de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Introdução
Jéssica era uma garota normal até seus 12 anos, quando começaram a acontecer coisas sobrenaturais, como ver pessoas de preto aparecerem e desaparecerem de repente, portas baterem enquanto dormia, seu cobertor ser puxado por nada, entre outros.Ela achava que sua vida não podia ser mais estranha, até que enquanto dormia ouviu fortes barulhos na cozinha e se levantou para ver.Ela não imaginava que a partir daquela noite sua vida iria mudar verdadeiramente, quando viu uma luta travada entre seu anjo da guarda e um anjo caído.
Prólogo
Prólogo
( 14 de Abriu, as 18:23 H )
Havia bastante pessoas na rua mesmo estando quase a hora das lojas fecharem.No Centro de Guarulhos as pessoas sempre ficam nas lojas até o ultimo momento.Um grupo de pessoas com sobretudos e roupas pretas, chegavam nas pessoas e perguntavam “O que vai fazer agora?”, algumas pessoas não respondiam, mas outras nem se importavam.Um deles, negro e alto, se aproximou de um homem que aparentava ter 36 anos e perguntou:
-O que vais fazer agora?
O homem pensou e lhe respondeu:
-Agora estou indo para o cinema.- O homem prossegui perguntando informações, mas o homem negro não disse nada e nem lhe deu ouvidos.Ele suspirou, arregalou um pouco os olhos e ficou olhando para o nada.O outro homem estranhou sua reação.
-Esta tudo bem?- Perguntou.Sem receber uma resposta ou ao menos um único olhar, passou a mão na frente do rosto do negro para chamar sua atenção, ele o pegou pelo punho e olhou bem no fundo de seus olhos.
Em uma sala branca, privada de janelas e com apenas uma porta fechada, estava uma mulher loira, com cabelos curtos e cara de encrenqueira, presa pelos punhos e pelo corpo em uma cadeira de madeira, com cordas bem resistentes.Usava uma jaqueta de couro vermelha e não tirava seus olhos castanhos escuros do grupo de pessoas de preto, que estavam a sua frente.
-O que você sabe?- Perguntou o homem negro.Ela deu uma risadinha gozadora.
-Eu não sei de nada, ta bom?
O homem se aproximou e abaixou até que seus olhos ficassem na altura dos dela.
-Nos conte o que você sabe.- Disse com firmeza.
-Já disse que não sei de nada.- Disse a mulher calmamente.Atrás do homem negro, a porta se abriu e o homem que interrogara mais cedo entrou.Parecia estar hipnotizado e seu olhar era vago.
- Quando este homem for para o cinema, você vai morrer.– A mulher engoliu o seco.O homem negro começou a andar em volta da cadeira.- Mas, se nos dizer o que sabe, isso pode ser mudado.- A feição da mulher passou a ser de preocupada.Ela pensou e pensou.O homem parou a sua frente.- Só vou pedir mais uma vez, nos conte o que sabe.
Ela pensou mais um pouco e disse entre os dentes:
-Eu não sei de nada.
Então o negro disse para o outro homem:
-Pode ir.- O que estava hipnotizado saiu então, e as outras pessoas também.A porta havia ficado aberta e a mulher estava sozinha.Ela tentou e tentou se libertar, mas as cordas eram muito resistentes e logo se cansou.Foi quando um choque de realidade veio sobre ela, como se o tempo todo ela estivesse sonhando e só naquele momento acordasse.Então percebeu que não estava presa por cordas, e sim, por fios de cabelo.Com um único puxão ela se libertou e correu para a porta.
Fim do Silêncio
Esses jã são os primeiros capitulos, tentarei postar um ou dois por semana.Peço para que voces comente se esta bom por favor , nem vai cair a mão.
E cada capitulo é a visão de uma pessoa, mais pra frente tudo vai se endireitar.Pra quem ja leu calafrio vai entender.
Capitulo 1- Jéssica
Tédio.Essa seria a palavra ideal para descrever meu dia.Eu estava sozinha em casa, o que geralmente me deixava a vontade para fazer o que quisesse.Ao acabar o serviço domestico, me sentei na cama para pensar no que iria fazer no resto do dia.Eu podia jogar vídeo game, o meu querido Super Nintendo ainda funcionava perfeitamente, mas já estava enjoada dos jogos.Já tinha salvado Donkey Kong Country 2 e Yoshi’s Island milhares de vezes.Poderia assistir TV, mas a programação a essa hora era chata.Sempre gostei de desenhar, principalmente quando estava sozinha, eu sempre tive vergonha de mostrar meus desenhos, mas se não tivesse ninguém em casa não teria que me preocupar em esconder.Mesmo assim, estava sem inspiração nenhuma.Meu computador, a verdadeira salvação do meu tédio estava quebrado.Minhas opções eram ou ler, ou ficar um pouco com a minha porquinha da índia.Como já tinha lido todos os livros da casa, me deitei na cama com a Pichany e coloquei meus fones de ouvido.A musica era relaxante e me deixava feliz.Fiquei durante uma hora ali, passando a mão nos pelos finos da pizinha, ouvindo musica e pensando na vida.Mas cansei, coloquei a porquinha de volta na gaiola e fui para a sala jogar vídeo game.Com o botão de start quebrado, eu só podia jogar certos jogos.Escolhi Donkey Kong mesmo que minha vontade fosse jogar Killer Instinct, que precisava do start para entrar no menu.Acabei cansando e fui procurar filmes para assistir, que não tinha nenhuma novidade.Assisti sem muita animação e fui ao meu quarto tentar desenhar, mas não resoltou em nada.Não tinha lição de casa, não estava com sono e estava sem paciência para TV.E agora? Pensei.O jeito era esperar até a noite, quando passa uma novela que da pro gasto e sempre salva minhas noites.
E cada capitulo é a visão de uma pessoa, mais pra frente tudo vai se endireitar.Pra quem ja leu calafrio vai entender.
Capitulo 1- Jéssica
Tédio.Essa seria a palavra ideal para descrever meu dia.Eu estava sozinha em casa, o que geralmente me deixava a vontade para fazer o que quisesse.Ao acabar o serviço domestico, me sentei na cama para pensar no que iria fazer no resto do dia.Eu podia jogar vídeo game, o meu querido Super Nintendo ainda funcionava perfeitamente, mas já estava enjoada dos jogos.Já tinha salvado Donkey Kong Country 2 e Yoshi’s Island milhares de vezes.Poderia assistir TV, mas a programação a essa hora era chata.Sempre gostei de desenhar, principalmente quando estava sozinha, eu sempre tive vergonha de mostrar meus desenhos, mas se não tivesse ninguém em casa não teria que me preocupar em esconder.Mesmo assim, estava sem inspiração nenhuma.Meu computador, a verdadeira salvação do meu tédio estava quebrado.Minhas opções eram ou ler, ou ficar um pouco com a minha porquinha da índia.Como já tinha lido todos os livros da casa, me deitei na cama com a Pichany e coloquei meus fones de ouvido.A musica era relaxante e me deixava feliz.Fiquei durante uma hora ali, passando a mão nos pelos finos da pizinha, ouvindo musica e pensando na vida.Mas cansei, coloquei a porquinha de volta na gaiola e fui para a sala jogar vídeo game.Com o botão de start quebrado, eu só podia jogar certos jogos.Escolhi Donkey Kong mesmo que minha vontade fosse jogar Killer Instinct, que precisava do start para entrar no menu.Acabei cansando e fui procurar filmes para assistir, que não tinha nenhuma novidade.Assisti sem muita animação e fui ao meu quarto tentar desenhar, mas não resoltou em nada.Não tinha lição de casa, não estava com sono e estava sem paciência para TV.E agora? Pensei.O jeito era esperar até a noite, quando passa uma novela que da pro gasto e sempre salva minhas noites.
As 17:50 h minha mãe chegou com minha irmã mais velha.Elas tinham ido comprar roupas no Centro de Guarulhos.Fui recebe las com animação.Cumprimentei minha irmã e logo percebi que ela estava de mal humor.
-O que aconteceu?- Perguntei a minha mãe enquanto a ajudava com as sacolas.
-E precisa acontecer alguma coisa para ela estar desse jeito?- Disse nervosa e com razão, pois minha irmã mudava de humor repentinamente.Pelo jeito ela deve ter feito alguma coisa.
Finalmente chegou a hora da novela e me sentei no sofá.Liguei a TV com o controle e estiquei as pernas.Depois da novela, fiquei com preguiça de levantar e continuei a assistir a programação, estava na hora do jornal.Hora de ver as tragédias do dia. Depois de algumas reportagens chatas, passou uma sobre um acidente de carro, que tinha acontecido nesse mesmo dia perto do shopping Internacional.Havia uma testemunha, um homem de 36 anos disse que estava indo ao shopping para ir ao cinema e quando desceu do ônibus, uma mulher loira atirou o carro para cima dele.Por sorte, ele se desviou e ela bateu em um pilar.Morreu na hora.
-Tragédia demais por um dia.Chega!- Disse a mim mesma enquanto levantava e desligava a TV.Eu nunca soube o que minha mãe via de legal no Datena.Olhei para o relógio e vi que estava quase na hora de dormir.Meu coração parou por alguns segundos e depois acelerou.Mesmo que isso acontecesse toda noite, desde os meus 12 anos, eu ainda ficava apavorada porque sempre que eu perguntava ou comentava com alguém sobre o que acontecia, o motivo era sempre o diabo.Quando eu ainda era pequena dormia com minha mãe, mas isso não impedia nada e eu não conseguia acorda-la.Arrumei minha cama sem pressa, escovei os dente e fui me deitar.Já tinha pensado em ficar acordada, mas dormindo ainda dava para disfarçar e fingir que estava morta ou que não estava ligando.Peguei no sono rapidamente.Eu estava no meio de um sono bom quando começou.A porta que estava fechada se abriu e ficou como se estivesse ventando, indo para frente e para trás fazendo aquele barulho irritante.Ouvi passos no corredor, mas sabia que ninguém estava acordado.Então, as portas do armário da cozinha começaram a abrir e a fechar.Podia ouvir a porta de correr do meu guarda-roupas se abrir lentamente.Da cozinha ouvi um copo cair e quebrar.Eu ficava virada para a parede, controlando meus olhos que queriam se abrir e minha respiração.Senti como se alguém estivesse ali comigo.Meu celular começou a vibrar e me virei rapidamente para pega lo, mas não tinha ninguém me ligando e nem mensagens, ele simplesmente estava vibrando.Larguei ele rapidamente, cobri minha cabeça com o cobertor e virei para a parede, apenas sentia seu tremido em minhas costas.De repente tudo parou e ouvi alguém andando no corredor em direção a saída.Isso acontecia toda noite, menos o celular vibrando que foi uma novidade.Só eu ouvia.Depois disso, tentei me acalmar e voltei a dormir, mas no começo ficava acordada e na mesma posição até alguém aparecer.
Acordei com o toque do celular e logo tratei de tirar do vibrador.Eu levantava antes de todos na casa.Peguei minha toalha que estava pendurada na cadeira da cozinha e fui para o chuveiro.A água acalmou meus músculos que ainda estavam tensos e me fez relaxar.Saí do banho com frio e fui escolher a roupa.Quando estava penteando os cabelos ouvi os passos de minha irmã até o banheiro.Um tempo depois, ela apareceu já arrumada em minha porta.
-Bom dia!- Disse ela sorrindo.
-Bom dia!
-Vamos tomar café?
-Vamos.
Larguei o que estava fazendo e fui para cozinha.Minha mãe já tinha levantado e a cumprimentei.Sentei exausta na cadeira.
-Noite ruim?- Perguntou minha irmã.Não respondi, todos ali sabiam que minhas noites não eram boas, mesmo assim, entendia que aquela era sua forma de puxar assunto.
-É o velho desanimo de segunda-feira.- Falei.Ela sorriu.Depois de tudo pronto olhei o relógio, não estava na hora da saída mas não quis me atrasar.O caminho pela manhã era mais gostoso.Na longa rua até a escola, havia um muro com varias arvores atrás.Aquela manhã estava perfeita, com arvores, o sol batendo nelas, ouvindo uma musica bem calminha, com aquele ar da manha e sem muitos barulhos.Olhei para as arvores, mas outra coisa me chamou a atenção, havia um homem negro vestido de preto encostado no muro olhando para mim.Uma mulher passou em sua frente e ele desapareceu.Essa é outra coisa estranha que acontece, as vezes vejo pessoas de preto aparecerem do nada e sumirem.Continuei descer a rua sem tentar lembrar do homem.Eu não sabia por que, mas nunca me sentia sozinha, sempre parecia que alguém me acompanhava em todo lugar.Me arrepiei ao pensar nisso.Chegando na escola, me sentei na janela e fiquei olhando a cidade.Minha amiga estava logo atrás mas não falei com ela.Senti alguma coisa me cutucar e fervi de raiva, sempre odiei que me cutucassem.Me virei tentando controlar minha raiva.
-Nem diz “oi”, né?- Disse Amanda nervosa.
-Oi, é que eu estou com a cabeça em outro lugar.
-Grande novidade.- disse ela com sarcasmo.- Teve uma noite normal?
-Não e ainda teve perturbações novas, meu celular vibrou sem ter nada.- Ela ergueu as sobrancelhas.- Isso esta cada vez pior.
-E por que você não enfrenta?
-Como assim?
-Enfrenta isso que esta te perturbando, pede para aparecer, diz que você quer conversar ou da uma bronca e diz que não esta gostando.
-Até parece que eu vou fazer isso!Você sabe o quanto eu sou medrosa com essas coisas.
-Foi só uma sugestão.
Virei para frente e aumentei a musica.A Amanda sempre acha que essas coisa são fáceis.Os conselhos dela hora são bons hora são péssimos.
Capitulo 2- Lian
Mesmo depois de anos ela ainda se assusta.E eu nunca me canso disso.
Mesmo depois de anos ela ainda se assusta.E eu nunca me canso disso.
Estava atrás dela indo para a escola e pensei em como ela nunca tinha me notado.Vi também que Adnanrefh a observava sem saber que era observado.Ninguém sabia que ela nos observava, mas não podia contar pela segurança dela.Eu sempre estava ali, mas ela não sabia nem que eu existia.Ela não podia saber que eu existia, mas mesmo assim eu estava cansado de me esconder e de ficar em silencio.Ela sempre foi confiável e não me importaria em me revelar, o problema era ela ficar assustada com o que eu dissesse e me negar.Durante o intervalo observei ela ao longe.Tão humana pensei, ela falava sobre sentimentos e fiquei atento a ouvir.Do outro lado do portão, observei um homem sem camisa com uma cicatriz no peito.Ele a fitava.Sabia que ele iria aparecer, nesses últimos tempos muitos tem aparecido.Antes que fizesse alguma coisa me levantei.
Capitulo 3- Jéssica
Mais um dia, mais uma noite.Deitei na cama e pensei no que Amanda havia me dito.Não era tão ruim, mas duvido que isso que me perturba seja do bem.Peguei no sono rápido por ter acordado cedo, mas logo despertei com o barulho de alguma coisa caindo no meu quarto e tudo começou.Antes de dormir eu sempre jogo as almofadas no chão e quando olhei, elas estavam arrumadinhas em cima da cama.Isso me fez estremecer e me fez tomar coragem para enfrentar o que quer que fosse.Virei da parede para a porta que estava abrindo e fechando, então resolvi repensar na ideia de Amanda como sendo ruim.Aguentei como sempre fazia e de repente parou.
Capitulo 4- Lian
No caminho da escola a acompanhei novamente por trás.Ela estava sempre distraída e esbarrou em uma mulher no ponto de ônibus.Atravessando a rua, havia outro homem sem camisa e com a cicatriz indo em direção a ela.Apertei o passou e o alcancei.Nos encaramos e ele desapareceu.Tem alguma coisa errada.Eles sempre apareciam mas isso já estava se tornando frequente e já havia tempos que eu não voltava para casa.Ela entrou em sua sala e se sentou no mesmo lugar de sempre, desde a quinta serie.Eu apenas a observei da porta, não queria perde-la de vista e nem que nada a ferisse, mesmo assim saí e fui para a casa ver meu pai.
Agora ja estou podendo postar.Aqui vão mais dois.
Capitulo 5- Jessica
Eu havia tido um dia ótimo, até a noite chegar.Fiquei fazendo lição de casa até tarde e depois me deitei.Toda noite era a mesma rotina, portas batendo, coisas caindo, mas dessa vez não durou muito e ouvi outros barulhos na cozinha, não consegui identifica-los.O que será que esta acontecendo? Pensei me levantando lentamente.Não coloquei os chinelos para não fazer barulhos.Cheguei na porta e paralisei com a possibilidade de ser alguma coisa perigosa.Parecia que tinha duas pessoas revirando a cozinha, talvez fossem ladrões.Voltei e peguei uma faca que sempre deixei no criado mudo caso acontecesse alguma coisa.Sorrateiramente me escorei pela parede até o final dela.Os sons estavam altos.Contei a até três, tomei coragem e olhei.Na mesma hora meu corpo paralisou.Havia dois homens, um ruivo, jovem, vestido de preto e um moreno mais velho sem camisa com uma cicatriz.Eles lutavam brutamente,com braveza e sem trégua.Um queria ver de todo jeito o outro morto.O ruivo usava uma espada de fogo e o outro uma feita de gelo, e mesmo que eles se golpeassem fortemente,não saia sangue e nem ficavam feridas.O ruivo parecia ter ganhado e o outro desapareceu, queimando com um grito de perda.Eu queria correr mas não consegui.O garoto ruivo olhou para mim e se aproximou rapidamente, colocou a mão em meu rosto e tudo ficou escuro.Acordei com a musica do celular e me sentei eufórica.
-Só um sonho.- Disse aliviada.Apressadamente entrei no banho para relaxar.Aquela noite tinha sido diferente, não que todas sejam normais, mas tudo não tinha passado de um sonho.
No caminho da escola me senti estranha, como se estivesse sendo seguida.Olhei e vi um garoto quase que atrás de mim, ele começou a me encarar e virei para frente.Eu nunca tinha visto ele.A minha frente, uma mulher vestida toda de preto estava andando em direção a rua, mas quando passou pelo poste desapareceu.Parei imediatamente e senti alguma coisa trombar em mim.Era o garoto.
-Desculpa!- Falei, mas ele já estava a passos na minha frente.Continuei a andar lentamente, passei pelo poste mas não olhei para a rua com medo de ver a mulher.
Chegando na escola, a primeira coisa que fiz foi contar do sonho para Amanda.
-E se não tiver sido um sonho?
-Amanda, não me assusta desse jeito.E se não fosse um sonho, o que seria?
-Ta, desculpa, mas muitas coisas estranhas acontecem com você e isso não seria novidade.
Me virei para frente e olhei para a janela.De certa forma ela tinha razão, mesmo assim resolvi acreditar que era um sonho.Olhei para a sala de novo, onde vi um garoto ruivo sentado em uma carteira do outro lado da sala olhando para mim, o mesmo do sonho.
-Olha ali! É o garoto ruivo!- Disse apontando desesperadamente.Amanda olhou.
-Não tem garoto nenhum.
-Tem sim! Ele esta lá olhando para mim lá do outro lado!
-Jessica, não tem nada só uma carteira.-Fiquei em estado de choque.- Você esta tremendo.Jessica!!!- De repente, tudo escureceu e a ultima imagem foi do garoto na minha frente, me olhando nos olhos.
A noite chegou e depois da velha rotina, sonhei com o garoto.Não tenha medo ele dizia.Seus olhos eram azuis como o céu,seu cabelo fogo encaracolado,sua pele branca e sem sarda, um rosto inocente como de uma criança mesmo tendo aparência de 16 anos e usando preto.Segurei em sua mão macia, era como se ele nunca tivesse usado ela para nada.Como um bebe recém nascido.Então, ele começou a cantar Everything como o cantor.Fechei os olhos e lembrei que essa era a musica do meu despertador.
Capitulo 6- Lian
As coisas estavam difíceis, cada vez mais eles apareciam.Falei com Adnanrefh que me deu más noticias, meus antigos irmãos estavam tramando contra nós.Continuei minha rotina sem pensar nesses problemas, brincando um pouco, acompanhando ela até a escola.Lembrei então que ela tinha me visto e eu tinha que desfazer isso, montei um plano para ela pensar que eu era apenas imaginação.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Reino da Ilusão
Gente, gostaria de deixar aqui a introdução de uma outra historia que eu estou fazendo.Quem gostar e quiser ler é so entrar em http://reinos2012.blogspot.com.br/
Danielly era uma jovem que vivia no interior com sua mãe.Apos se mudarem para a cidade, ela é matriculada em uma nova escola.Ela percebe algo de estranho em uma floresta, que fica no fim da rua da escola e se sente atraída por ela.Desde que viu a floresta pela primeira vez, vinha tendo pesadelos horríveis com ela.Em seu primeiro dia de aula, ela percebe que a escola era ainda mais estranha que a floresta.Por fora de um jeito, e por dentro de outro. Ela achava as pessoas diferentes, até que descobriu que a escola não era para pessoas comuns.Mas por que haveria uma floresta no meio de uma cidade?Por que ela se sentia tão ligada a ela?Por que a escola só aceitavam pessoas especiais?E o que essas pessoas teriam de diferente?É isso o que ela quer descobrir.
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